Parceria

Hospital do Rim e SPDM se unem para fornecer atenção especial a pacientes transplantados
 
A SPDM/PAIS e o Hospital do Rim se uniram para organizar o acompanhamento de usuários que passaram por transplante e que, eventualmente, precisam de cuidados que podem ser ofertados pela Atenção Básica.

Foi realizado um levantamento das Unidades Básicas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo gerenciadas pela SPD/PAIS, que possuíssem em sua área de abrangência pacientes transplantados, e então representantes de cada UBS passaram por um treinamento realizado pelo Hospital do Rim.

Durante a capacitação, foram abordadas questões técnicas e informado o tipo de assistência que a equipe da Estratégia Saúde da Família poderá fornecer, como consultas com farmacêutico – já que uma pessoa que passou por transplante toma diversos medicamentos por dia-, acompanhamento com Enfermeiro e inclusão nos grupos de saúde do serviço.

Além disso, foram passados os contatos diretos dos Médicos de cada usuário, a fim de que a Equipe da UBS tenha livre acesso – 24 horas – para sanar dúvidas específicas dos casos de cada paciente.

Outra forma de munir os profissionais das Unidades Básicas com informações foi a criação de protocolos que orientam sobre o cuidado em diferentes possibilidades de quadros (paciente com mais de um órgão transplantado, com ou sem doença crônica associada, etc).

Aos pacientes transplantados, o próprio Hospital do Rim foi o responsável por informar que a UBS de referência está devidamente capacitada para atendê-los em casos de problemas de baixa complexidade, como mal-estar, dor de cabeça e enjoo decorrentes de efeito colateral das medicações, por exemplo.

As visitas regulares ao Hospital, que fazem parte do acompanhamento pós-transplante, deverão continuar normalmente. O intuito da parceria entre a SPDM e o HRIM é que as situações não graves sejam atendidas pela Atenção Básica, evitando que o usuário compareça à unidade hospitalar sem necessidade.

“O objetivo foi desafogar o Hospital, de complexidade tão alta, para abrir mais vagas e a gente atender esses transplantados com qualidade na Atenção Básica”, pontua Eva Dias, Supervisora Técnica da SPDM/PAIS.